VIOLAÇÃO DOS DIREITOS E PRECONCEITO POR PARTE DE EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA À POPULAÇÃO DE MATRIZ AFRICANA (IMPERATRIZ-MA)

Érika Ferreira Tourinho, Oswaldo José Theodoro Neto

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Resumo: baseados na política pública nacional, norteada pela I Conferencia Internacional de Saúde em 1978, discutindo a Atenção Primária em Saúde (APS), faremos a correlação dos cuidados de uma equipe da Estratégia de Saúde da Família de Imperatriz - MA e uma
Comunidade de matriz africana. O objetivo é verificar a existência de violação dos direitos e discriminação nesta comunidade. Para tanto utilizou-se o método fenomenológico etnográfico. Confirmado pelas falas dos 50 (cinquenta) integrantes, que não há atendimento, alegando não haver cobertura. Isto prejudica a qualidade de vida, fere a cidadania, além de configurar bullying, violência simbólica, e violação ao Art. 196 da Constituição que preconiza: Saúde é direito de todos e dever do estado.
Palavras-chave: Saúde da Família. Bullying Submerso. Violência Simbólica penal. Representações sociais.

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FRAGMENTOS DE CULTURA | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | Instituto de Filosofia e Teologia | Sociedade Goiana de Cultura |ISSN 1983-7828 | Qualis B3